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CARIRI | Confira agora como foi a roda de conversa com o Sindicato dos Jornalistas do Ceará que aconteceu em Crato no último sábado, 23


   
Texto por Paulo Rossi
Entrevistas por Jayne Machado
Alexia Mesquita
Paulo Rossi
Fotos por Jayne Machado
Paulo Rossi



     Aconteceu no último sábado, 23, no Instituto de Cultura do Cariri (ICC), em Crato, uma roda de conversa promovida pelo Sindicato dos Jornalistas do Ceará (SINDJORCE), focado em profissionais e estudantes de jornalismo da região do Cariri.
     Entre os temas debatidos, os avanços em relação a profissão, os objetivos e as estratégias adotadas para que se consolide uma interiorização do SINDJORCE, discussões sobre o atual mercado de trabalho e a relação patrão-empregado, principalmente dentro da conjuntura política nacional que estamos vivendo.


Presidente do Sindicato fala sobre diversos temas.
 
     Samira de Castro, atual presidente do Sindicato, falou sobre a importância desta roda de conversa. "É um desafio que nós nos lançamos este ano, pós-Congresso realizado em Agosto". O objetivo é "visitar os locais de trabalho no interior, dialogar com a categoria e buscar a defesa de direitos nesse interior", trazendo a estrutura sindical para outros lugares do Estado.

Rafael discursa.

     Rafael Mesquita,  secretário-geral, ressaltou a boa recepção que o Sindicato obteve em suas visitas ao Cariri e falou sobre os projetos futuros destinados a região, que incluem uma sub-sede do SINDJORCE, a implantação de uma série de eventos, promoção de encontros com universitários do curso de jornalismo, evolução para ter serviços mais próximos e "desenvolvimento permanente de uma agenda de capacitação".


     Quando perguntada sobre como o Sindicato atua dentro do movimento LGBT, a presidente Samira foi enfática e disse que o mesmo "iniciou este ano uma discussão dentro da categoria sobre a defesa mais expressiva dentro do ambiente sindical dos direitos humanos, das bandeiras dos direitos humanos. Essas bandeiras envolvem e passam pelo reconhecimento da diversidade sexual, dos direitos de negros e negras, direitos das mulheres e da juventude". Ressaltou, ainda, a formação de comissões para analisar e propor mudanças dentro da sociedade em relação a uma série de abusos que são registrados. Segundo Samira, o jornalismo "é feito para transformar a sociedade, não pode envolver preconceito e deve ser ético".


     Confira mais fotos da roda de conversa:























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